sábado, 1 de outubro de 2016

67 anos da República Popular da China


A República Popular (Comunista) da China faz hoje 67 anos. Ela é uma criação do líder comunista assassino Mao Tsé-tung depois da guerra civil que culminou com a retirada dos nacionalistas do Kuomintang (Partido Nacionalista Chinês) para a ilha de Taiwan. 
Mao Tsé-tung idealizou uma república socialista em que os intelectuais trabalhavam nos campos e tudo era feito no contexto do Grande Salto em Frente (reforma que visava deslocar subsídios económicos para a agricultura e que gerou um dos maiores períodos de fome) e da Revolução Cultural (forma que o governo comunista arranjou para não perder o pulso), o que foi um fracasso, pois provocou milhões de mortes e arruinou toda uma geração (já se sabe que o comunismo é aquela base). Só em 1979, com Deng Xiaoping, que foi encostado pelo próprio Mao Tsé-tung antes deste morrer, é que se deu a abertura económica, mudando tudo. A República Popular China começava então uma escalada para ser potência mundial, o que já conseguiu (é a segunda maior economia do mundo). Hoje a República Popular da China é um país muito mais desenvolvido, mais unificado, já se vive muito melhor por lá, já há muitos ricos, mas continua também a haver muitos pobres, ainda há a praga da corrupção, atropelos aos direitos humanos e a economia está agora a desacelerar após incríveis crescimentos anuais de 10%.
Indo agora ao que interessa, vamos ter aqui em Macau mais um fim-de-semana prolongado. Como os feriados do aniversário da implantação da República Popular da China são nos dias 1 e 2, que calham neste fim-de-semana, vamos ter dois dias de tolerância de ponto, isto é, dias 3 e 4. Eu vou assim aproveitar para sair outra vez de Macau, pelo que o Blogue do FireHead não vai ser actualizado durante este período.
Bem hajam todos e até ao meu regresso!

'Deplorabes Unite'

Se ser nacionalista ou patriota, gostar de gozar das liberdades e riquezas da superior civilização ocidental em nações livres e soberanas, e estar contra o globalismo e a islamização significa ser um deplorável, pois então que sejamos todos uma cambada de deploráveis unidos!

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A afro-americana Patricia explica porque é que vota no Trump

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A análise politicamente incorrecta de Milos Yiannopoulos sobre o islão e a esquerda

E por falar no Milos Yiannopoulos, que é um conservador anti-esquerdista e anti-islâmico, eis aqui a opinião dele sobre os muçulmanos, o autarca muçulmano de Londres e a estupidez dos esquerdistas em relação à imigração islâmica:

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Por mais incrível que pareça, o homossexual Milos Yiannopoulos, que é um jornalista britânico de origem grega, é também, de acordo com a Wikipédia, católico praticante...

A ex-muçulmana árabe que fugiu para os EUA e que não quer muçulmanos por lá

Sim, é a tal que "ameaçou" o apoiante gay de Donald Trump, Milos Yiannopoulos, caso ele concordasse com a entrada de muçulmanos nos EUA, como eu falei aqui em tempo oportuno na habitual rubrica "islamofóbica", Islão: o que os outros dizem.

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O Brexit está a provocar um efeito dominó?

Diz aqui que há mais países que equacionam sair da União Europeia por vontade das suas populações. 

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Seria bom que a União Europeia, do jeito que ela está, acabasse, e quanto mais depressa, melhor.

Memorabilia

Uma canção já com alguns anitos dedicado a todos os ilustres benfiquistas que somos nós: Somos Benfica (2002) de Paulo Gonzo. Viva o Benfica!

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Benfica novamente vice-campeão da Bolinha

Tal como no ano passado, o Benfica de Macau (澳門賓菲加; "Ou Mun Pan Fei Cá") perdeu na final do campeonato da Bolinha (futebol de sete ou futebol em miniatura, uma icónica competição futebolística de Macau realizada no campo sintético do Colégio Dom Bosco). No ano passado foi com o Ka I, que acabou por ficar este ano em quarto lugar na competição, e desta vez foi com o Monte Carlo (蒙地卡羅體育會 - "Mon Tei Cá Ló Thai Yeok Wui"), que esteve no mesmo grupo de apuramento que o Benfica e que foi apurado precisamente atrás dos encarnados, que são os tricampeões de Macau no que diz respeito à principal prova de futebol local, a Liga de Elite.

Antes do grande jogo houve um Ka I X Sporting para apurar o 3.º classificado. O Sporting ganhou 2-1
A final foi, como não podia deixar de ser, transmitida em directo na TDM e contou também com uma grande afluência do público nas bancadas do recinto. Ambas as claques, apesar de pequenas, estiveram também bastante animadas e incansáveis no apoio às suas equipas. 

Bancadas do campo do CDB repletas de gente a assistir, novamente, a uma final da Bolinha
Jackson Sousa apontou o primeiro golo na primeira parte e Julyan Duarte fechou a contagem já no segundo tempo quando o Benfica procurava desesperadamente o empate. Ambas as equipas tiveram as suas oportunidades, mas os comandados do treinador-adjunto Tiago Simões, que substituiu Henrique Nunes na Bolinha depois da curta experiência internacional no Quirguistão para a fase de qualificação da Taça AFC, não conseguiram nunca superar o último reduto da equipa capitaneada por Paulo Chiang, orientada por Cláudio Roberto e presidida por Firmino Mendonça.

Festa canarinha depois do jogo, vingando-se da derrota de 2014
Feitas as contas, este ano o Benfica sagrou-se tricampeão de Macau (Liga de Elite), o Ka I revalidou o título de vencedor da Taça de Macau e o Monte Carlo sucedeu ao Ka I como campeão da Bolinha.

Braguistas perdem na Ucrânia

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O Sorting de Braga perdeu na Ucrânia frente ao Shakthar Donetsk, a equipa orientada pelo antigo técnico braguista Paulo Fonseca, por 2-0, na segunda jornada do grupo H da Liga Europa.
Stepanenko e Kovalenko apontaram, cada um, um golo no início de cada parte, sendo que o segundo golo surgiu já quando a equipa da casa jogava com menos um elemento, por expulsão de Fred devido a acumulação de amarelos. Do lado português, José Peseiro teve que improvisar, pois tem os três defesas-centrais lesionados, o que fez a defesa tremer.
O árbitro alemão Tobias Stieler perdoou um penálti a cada lado: primeiro uma falta de Fred sobre Ricardo Horta na área ucraniana e depois o mesmo Fred foi derrubado por Baiano. Fez-se justiça para o Fred, diria mesmo.
Convencido da superioridade da sua equipa, Paulo Fonseca disse, após o jogo, que "Encontrei pessoas que gosto muito e foi muito gratificante receber aqui um clube que me marcou muito". Já José Peseira lamenta o facto da sua equipa não ter feito aquilo que devia.
Em relação aos outros jogos, destacam-se a goleada da Fiorentina (Itália) sobre o FK Karabakh (Azerbaijão) por 5-1, a goleada do Zenit (Rússia) sobre o AZ Alkmaar (Holanda) por 5-0, a goleada da Roma (Itália) sobre o Astra Giurgiu (Roménia) por 4-0, a vitória do Sparta de Praga (República Checa) frente ao Inter de Milão (Itália) por 3-1 e a vitória do Manchester United (Inglaterra) por 1-0 sobre o desconhecido Zorya (Ucrânia).

130 milhões de € de jackpot do Euromilhões


Há hoje o primeiro super jackpot do Euromilhões desde que o popular concurso europeu tem novas regras, em vigor desde a última terça-feira. Em jogo estarão 130 milhões de euros, que no caso de Portugal e de Espanha na verdade são "apenas" 104 milhões de euros por causa do imposto de selo de 20% (é aquilo que eu chamo de imposto sobre a sorte).
A possibilidade de ganhar o Euromilhões é agora de 1 em 139,838,160 (quase o dobro de probabilidades de acertar no primeiro prémio do que quando eram "apenas" nove estrelas: 1 em 76,2 milhões!).
A todos os que jogarem, como eu continuo a jogar por muito que isso me doe, muito boa sorte!

PS. Comentário do senhor Sousa no sítio internético da Rádio Renascença (27 de Setembro de 2016): "O ano tem 52 semanas ora 52 x 2 = 104 x 2,50€ = 260€ é o que eu vou poupar a partir de hoje por ano obrigado".

Trabalhadora voluntária britânica vai casar com um refugiado sírio...


... e assim o coitadinho, Hamoude Kahlil, já poderá ficar descansado porque já não deverá ser deportado para a Síria.
Hamoude Kahlil conheceu a mulher, Sarah Gayton, na famosa "selva de Calais" quando ela para lá foi trabalhar como voluntária na ajuda aos coitadinhos dos refugiados em 2015 e acabaram por se apaixonar assim muito depressa, pois o amor chega a ser por vezes um estupor. Em entrevista ao jornal The Sunday Times, Sarah, que já tem 41 anos, garantiu que não foi para a "selva de Calais" à procura de homens ou de sexo - um voluntário alegou no Facebook que muitas britânicas oferecem-se para trabalhar como voluntárias em Calais para terem sexo com migrantes (alegação que não foi refutada por outros voluntários; estes antes barafustaram porque isso devia ser mantido em segredo!) - e que a relação entre ela e o rapaz, que é "simpático" e "carinhoso", é "genuína".
Cá para mim isto é uma win-win situation: a quarentona desencalha e o jovem sírio eventualmente adquire a nacionalidade britânica e deixa de ser considerado um refugiado ou mesmo um estrangeiro. E que dizer das voluntárias que vão (supostamente) ajudar os refugiados e aproveitam para dar umas quecas com eles? Que tristeza...

Suécia: 80% dos polícias equacionam deixar a profissão


Fartos da criminalidade galopante devido à imigração terceiro-mundista, principalmente muçulmana, e de ver o governo da Suécia a cobrir incansavelmente como pode os crimes cometidos por alógenos, a esmagadora maioria dos polícias está a pensar mudar de carreira
Disse assim um polícia sueco: "Nós estamos numa grande crise. Muitos colegas decidiram sair. Não poderemos investigar crimes, não temos tempo para atender às chamadas como devemos fazer. Um ambiente de trabalho que piora significa que muitos colegas estão agora a olhar para outros trabalhos". E acrescentou: "A violência contra nós, polícias, paramédicos e bombeiros, piorou muito. Estamos a falar de ataques de apedrejamento, violência, incêndios. Isto piorou muito nos anos recentes".

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Nada que seja de admirar, pois, como a própria ONU já admitiu, a Suécia vai tornar-se num país do terceiro-mundo em breve...

«O Politicamente Correcto mata!» (Paul Joseph Watson)

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Porque é que os média diabolizam Trump

O texto seguinte são dois artigos do blogue Amigo de Israel que eu decidi trazer para cá juntando-os numa só posta:


As 7 propostas de Donald Trump que os grandes média escondem da população 

Ainda há poucas semanas - a pouco mais de dois meses da eleição presidencial de 8 de Novembro próximo nos Estados Unidos - todas as sondagens davam Hillary Clinton, a candidata do Partido Democrata, como vencedora. Parecia óbvio que, apesar dos preconceitos chauvinistas, Clinton seria a primeira mulher a ocupar o Salão Oval da Casa Branca e a segurar as rédeas da maior potência do nosso tempo. 

O que aconteceu com o candidato republicano, o mediático Donald Trump, para quem se previa um sucesso "irresistível"? Porque é que ele caiu nas intenções de voto? Sete em cada dez americanos declararam não o querer como presidente; e apenas 43% o acharam "qualificado" para a corrida à Casa Branca (65% consideravam, no entanto, que a senhora Clinton é perfeitamente apta para executar essa tarefa). Lembramos que nos Estados Unidos, as eleições presidenciais não são nem nacionais nem directas. Trata-se de 50 eleições locais, uma por Estado, que designam os 538 eleitores responsáveis por eleger, a seu turno, o (ou a) Chefe de Estado. O que relativiza singularmente as sondagens a nível nacional. 

Diante de tais maus resultados, no entanto, o candidato republicano Donald Trump decidiu em Agosto passado reformular a sua equipa, e nomeou um novo director de campanha, Steve Bannon, ultraconservador e director do Breitbart News Network. Trump também mudou o seu discurso para se dirigir a dois grupos críticos de eleitores: os afro-americanos e os hispânicos. Conseguirá ele inverter a tendência e vencer na recta final da campanha? Não é impossível. Na verdade, Trump já parece ter, em parte, recuperado o seu atraso em relação à senhora Clinton. 

Personagem atípica, com propostas odiosas, grotescas ou sensacionalistas, Trump conseguiu já inverter as chances. Confrontado com pesos pesados como Jeb Bush, Ted Cruz e Marco Rubio, que contavam com o apoio de todo o establishment republicano, poucos analistas davam Trump como possível vencedor das primárias do Partido Republicano. E, no entanto, ele esmagou os seus oponentes, reduzindo-os a cinzas. 

Após a devastadora crise de 2008 (de que ainda não saímos), nada será como dantes em nenhum lugar. Os cidadãos estão profundamente desapontados, desiludidos e desorientados. A própria democracia, como modelo, perdeu muito do seu apelo e credibilidade. Todos os sistemas políticos foram abalados até às raízes. 

Na Europa, por exemplo, os terramotos eleitorais inéditos sucedem-se, desde a vitória da extrema-direita na Áustria até ao Brexit inglês ou à recente derrota da chanceler alemã, Angela Merkel, na sua Mecklenburg-Vorpommern

Mas a agitação não se limita à Europa. Basta olhar para a esmagadora vitória eleitoral em Maio, do inclassificável e estrondoso Rodrigo Duterte nas Filipinas... Todos os grandes partidos tradicionais estão em crise. Estamos a testemunhar em toda parte a subida das forças de ruptura, sejam os partidos de extrema-direita (Áustria, países nórdicos, Alemanha, França) ou os partidos populistas e anti-sistema (Itália e Espanha). 

Em toda a parte, a paisagem política está a mudar radicalmente. Esta metamorfose chegou agora aos Estados Unidos, um país que já experimentou, em 2010, um populismo devastador, consubstanciado no momento pelo Tea Party. O surgimento do bilionário Donald Trump na corrida para a Casa Branca continua essa onda e é uma revolução eleitoral que ninguém tinha sido capaz de prever. Embora, aparentemente, a velha bicefalia entre democratas e republicanos se mantenha, a ascensão de um candidato tão atípico quanto Trump é um verdadeiro terramoto. 

O seu estilo directo, populista, e a sua mensagem maniqueísta e reducionista, buscando os mais baixos instintos de certas categorias sociais, está muito longe do tom habitual dos políticos americanos. Aos olhos dos mais decepcionados da sociedade, o seu discurso autoritário e identitário tem um carácter inaugural quase pioneiro. Um grande número de eleitores está realmente muito irritado com o "politicamente correcto"; e acredita que não podemos dizer o que pensamos, por medo de sermos acusados de "racistas". Acham que Trump diz em voz alta o que eles pensam. E acolhem as "palavras livres" de Trump sobre os hispânicos, os afro-americanos, os imigrantes e os muçulmanos com alívio. 

A este respeito, o candidato republicano tem sido capaz de interpretar, melhor que ninguém, o que pode ser chamado uma "rebelião das bases". Antes de qualquer outra pessoa, ele percebeu a divisão poderosa que agora separa, por um lado, as elites políticas, económicas, intelectuais e os meios de comunicação; e, por outro lado, a base popular dos eleitores americanos conservadores. O seu discurso anti-Washington, anti-anti-Wall Street, anti-imigração e anti-média, é particularmente atractivo para os eleitores brancos sem instrução, mas também - e isto é muito importante - para todos os que foram deixados para trás à conta a globalização económica. 

A mensagem de Trump difere da dos líderes neofascistas europeus. Ele não é um ultra-direitista convencional. Ele define-se como um "conservador com senso comum". No espectro da política tradicional, ele situar-se-ia à direita da direita. Líder de negócios bilionários e estrela popular de reality-shows, Trump não é nem um militante anti-sistema, nem, é claro, um revolucionário. Ele não critica o modelo político em si, mas sim os funcionários que gerem esse modelo. 

O seu discurso é emocional e espontâneo. Ele apela aos instintos, "à coragem", não à reflexão ou à razão. Dirige-se a essa porção do eleitorado americano tomado pelo desânimo e pelo descontentamento, às pessoas cansadas do antigo sistema político, dos "privilegiados", da "casta". 

A todos aqueles que estão a protestar e a gritar "Fora com eles!" ou "São todos corruptos!", Trump promete injectar honestidade no sistema e renovar os costumes pessoais e políticos. 


- Por Ignacio Ramonet via EUROPE-ISRAEL.


As 7 propostas de Donald Trump que os grandes média escondem da população 

Os principais meios de comunicação publicaram algumas das declarações e propostas de Trump. Especialmente as mais vis e odiosas. Lembremos, a esse respeito, por exemplo, as suas declarações sobre os imigrantes mexicanos ilegais, que seriam, segundo ele, "corruptos, criminosos e violadores". Ou o seu plano para deportar cerca de 11 milhões de imigrantes ilegais latinos à força e enviando-os de autocarro para o México. Ou a proposta, inspirado pela série "Game of Thrones", de construir um grande muro ao longo da fronteira de 3145 km com o México, ao longo de vales, montanhas e desertos, para impedir a chegada de migrantes latinos e cujo financiamento (biliões de dólares) seria da responsabilidade do governo mexicano. 

Na mesma linha, anunciou planos para proibir a entrada de todos os migrantes muçulmanos, e foi veementemente atacado pelos pais de um soldado norte-americano muçulmano, Humayun Khan, morto em acção no Iraque, em 2004 . Também disse que o casamento tradicional formado por um homem e uma mulher é "a base de uma sociedade livre" e criticou a decisão do Supremo Tribunal de Justiça de reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo como um direito constitucional. Trump apoia as chamadas "leis de liberdade religiosa", promovidas pelos conservadores em vários Estados, que permite negar serviços a pessoas LGBT. Não devemos esquecer também as suas declarações sobre a "mentira" da mudança climática que, segundo ele, é um conceito "inventado pelos chineses para causar a perda de competitividade do sector industrial dos EUA". 

Um tal catálogo de absurdo e ódio foi difundido pelos meios de comunicação, não só nos EUA, mas em todo o mundo. A ponto de se querer saber como é que uma personagem com tais ideias miseráveis ​​pode conhecer um sucesso tão grande entre os eleitores americanos, obviamente, nem todos sem cérebro? Algo não encaixa. Para resolver este enigma, temos de quebrar a parede da informação e analisar mais a fundo o programa completo do candidato republicano. 

Descobrimos sete opções básicas que ele defende, e que os principais meios de comunicação rotineiramente omitem.
  1. Em primeiro lugar, os jornalistas não perdoam os seus ataques frontais contra o poder dos média. Eles acusam-no de incentivar as audiências a vaiarem os meios de comunicação "desonestos". Trump muitas vezes diz: "Eu não estou a competir com Hillary Clinton, mas com os meios de comunicação corruptos". Recentemente, Trump twittou: "Se os meios de comunicação, repugnantes e corruptos, fizessem uma cobertura honesta da minha campanha, sem erros de interpretação, eu já estaria à frente de Hillary em 20%". Ele não hesitou em proibir o acesso de vários grandes órgãos de informação às suas reuniões de campanha. Foi caso do The Washington Post, do Politico, do Huffington Post e do BuzzFeed. Ele até se atreveu a atacar a Fox News, a grande cadeia da direita panfletária, que o apoia. 
  2. Outra causa de ataques dos média contra Trump: a denúncia da globalização económica, responsável pela destruição da classe média. Segundo ele, a economia globalizada é uma calamidade, e o número de vítimas continua a crescer. Ele lembrou que mais de 60.000 fábricas fecharam nos últimos quinze anos, nos Estados Unidos, e cerca de cinco milhões de empregos na indústria foram destruídos.
  3. Trump é um forte proteccionista. Propõe-se a aumentar os impostos sobre todos os produtos importados. E está disposto, se chegar ao poder, a estabelecer direitos aduaneiros de 40% sobre produtos chineses. "Vamos recuperar o controlo do país e vamos garantir que os Estados Unidos voltem a ser um grande país", diz ele muitas vezes repetindo o seu slogan de campanha. Apoiante do Brexit, ele disse que, se eleito, os Estados Unidos abandonarão o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA). Ele também atacou o Tratado Trans-Pacífico (TPP), e confirmou que, uma vez eleito, retirará os Estados Unidos do acordo: "O TPP seria um golpe mortal para as indústrias dos Estados Unidos". Obviamente, se eleito, ele também interromperá as negociações em curso com a União Europeia. E vai ainda mais longe: "Vamos renegociar ou sair da Organização Mundial do Comércio (OMC). Estes acordos de comércio são um desastre", repetiu. Em regiões como o Rust Belt, o "cinturão de ferrugem" do Nordeste, onde as deslocalizações e encerramentos de fábricas fizeram explodir o desemprego e a pobreza generalizada, estas observações são recebidos com entusiasmo e fazem renascer toda a esperança.
  4. Outra opção de que os meios de comunicação falam pouco: a sua rejeição dos cortes neoliberais na Segurança Social. Muitos eleitores republicanos atingidos pela crise económica, e os cidadãos com mais de 65 anos, exigem Segurança Social (pensões) e Medicare (seguro de saúde), criados pelo presidente Barack Obama, que outros líderes republicanos querem excluir. Trump prometeu não cancelar esses avanços sociais. E também prometeu reduzir os preços dos medicamentos, combater a fuga ao fisco, reformar a tributação dos pequenos contribuintes, e remover um imposto federal que afecta 73 milhões de famílias de baixos rendimentos.
  5. Denunciando a arrogância da Wall Street, Trump também propõe aumentar significativamente os impostos para os comerciantes especializados em "hedge funds" (fundos especulativos), que ganham fortunas. Ele promete restaurar a lei Glass-Steagall (aprovada em 1933 durante a Depressão e revogada em 1999 por Clinton), que separava a banca tradicional da banca de investimentos, para evitar que a última possa comprometer as poupanças das pessoas comuns pelos investidores de alto risco. Obviamente que todo o sector financeiro está contra a Trump e se opõe a reforma da presente lei.
  6. Em matéria de política internacional, Trump tem-se empenhado para encontrar entendimentos tanto com a Rússia como com a China. Trump quer nomeadamente assinar uma aliança com Vladimir Putin da Rússia para combater eficazmente o Estado Islâmico (Daesh), mesmo se para tal Washington tenha que aceitar a anexação da Crimeia por Moscovo.
  7. Por último, Trump acredita que, com a sua enorme dívida soberana, a América não tem recursos para uma política externa intervencionista em todas as direcções. O país já deixou de ter vocação para garantir a paz a qualquer preço. Ao contrário de muitos líderes do seu partido, e aprendendo com o fim da Guerra Fria, ele quer mudar a NATO: "Já não haverá - diz ele - uma garantia automática de protecção dos Estados membros da NATO por parte dos Estados Unidos".
Estas sete propostas não apagam certas declarações odiosas e inaceitáveis do candidato republicano, difundidas com alarido pelos principais meios de comunicação, mas provavelmente explicam um pouco melhor as razões para o seu sucesso entre os grandes sectores do eleitorado americano. 

Será que o ajudarão a ganhar? Não podemos afirmar, mas é certo que os três duelos televisionados que terá com Hillary Clinton, vão ser formidáveis para o candidato democrata. Os estrategas militares sabem isso muito bem: num confronto entre o forte e o louco, pela sua imprevisibilidade e irracionalidade, o louco muitas vezes prevalece. 

Em 1980, a inesperada vitória de Ronald Reagan na eleição para a presidência dos Estados Unidos fez entrar o mundo num ciclo de quarenta anos de neoliberalismo e globalização da economia. Uma possível vitória de Donald Trump a 8 de Novembro poderá desta vez fazer entrar o mundo num novo ciclo de geopolítica, cuja principal característica ideológica, que vamos vendo surgir em toda a parte e especialmente em França, será o autoritarismo identitário. 


- Por Ignacio Ramonet via EUROPE-ISRAEL


Pequeno comentário nosso: se bem que a nossa opinião de nada interesse, assinalamos que o nosso candidato preferido sempre foi Ted Cruz; no entanto, vemos em Donald Trump, a última esperança para o Mundo Livre, pela posição que pode vir a ocupar, e pela catástrofe que seria ter a senhora Clinton no poder (financiada como é, por terroristas islâmicos, e fiel seguidora das políticas do terrorista Obama). 

Também não concordamos com certas considerações do autor deste texto, por exemplo quando ele diz que, para Trump, todos os imigrantes são criminosos. Não só não é isso que ele diz, como os Estados Unidos têm o direito de deixar entrar quem considerem bem-vindo, e vetar a entrada a quem considerem indesejável. Os ataques terroristas diários cometidos por muçulmanos em nome do Islão*, ou a percentagem avassaladora de criminalidade vinda do México demonstram que ele tem toda a razão. 


- No debate de ontem, Trump atacou (e bem!) o "acordo nuclear", que, na prática, deu a bomba atómica ao Irão (que diariamente avisa que a vai usar para destruir Israel e o Ocidente). Hillary ficará para sempre ligada a esse "acordo", como o seu marido ficou ao que permitiu que a Coreia do Norte se tornasse potência nuclear. Um entre muitos episódios lamentáveis do governo de Obama.

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Por que o Nando Moura deixou de ser ateu?

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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Nova lei religiosa russa que favorece a Igreja Ortodoxa?


A Rússia é um país que se encontra profundamente mesclado com a Igreja Ortodoxa. Não é por acaso que, diz este sítio brasileiro, a deputada Irina Yarovaya criou um projecto de lei aprovado pelo Kremlin e que sugere a proibição de qualquer proselitismo religioso que não seja ortodoxo. Com esta nova lei, qualquer pessoa que for apanhada a praticar proselitismo na rua ou na Internet será condenada a pagar uma quantia equivalente a cerca de 700 euros (50 mil rublos), isto apesar do ordenado médio lá na Rússia ser de pouco mais de 30 mil rublos mensais. Irina Yarovaya quer com esta nova lei evitar a todo o custo extremismos como o do islão e o presidente Vladimir Putin já se mostrou completamente favorável a ela.
O texto desse sítio brasileiro não passa de um verdadeiro queixume protestante (e quer o autor do artigo fazer-se passar por cristão e dizer que o proselitismo protestante é o mesmo que evangelização, algo que só compete ao católicos), pois teme que os cerca de 1% da população evangélica, ou melhor, protestante (que os verdadeiros evangélicos são os católicos porque só os católicos é que seguem verdadeiramente os Evangelhos), na Rússia não consiga sobreviver (até porque, diz o mesmo artigo, apenas "sete religiões" são permitidas). Além disso, o exemplo russo poderá ser seguido por outros países, muito possivelmente os do leste europeu, como é o caso da católica Polónia, já governada por nacionalistas e conservadores católicos a começar pelo próprio presidente Andrzej Duda e pela primeira-ministra que até tem o nome Beata, Beata Szydło.
Como é óbvio, se esta lei for mesmo avante, então também os restantes não-ortodoxos têm motivos para ficarem preocupados, como os divertidos pagãos que também contam entre eles quem pratique o proselitismo na esperança de levar gente para a irracionalidade típica do paganismo, como por exemplo em bosques de Moscovo (fonte). E, já que falamos de seitas pagãs como os totós animistas ou disfarçados com uma pseudo-capa cristã como é o caso dos protestantes, fiquei a saber que a seita da Cientologia foi proibida há uns anos atrás na Rússia, tal como algumas outras seitas, o que é um excelente sinal para a Rússia.
A Rússia sabe perfeitamente que no dia em que o Cristianismo cair, a Rússia deixa de existir. Aliás, se o Cristianismo cair, toda a superior civilização ocidental deixa de existir. Daí a necessidade de lutar pelo Cristianismo, pois é uma questão de sobrevivência nacional e civilizacional.

Shimon Peres (1923-2016)


Faleceu Shimon Peres (שמעון פרס em hebraico), um político que, apesar de ser esquerdista e de perder eleições para representantes de Direita nacionalista (chegou mesmo a ser um contrapeso ao actual primeiro-ministro nacionalista israelita, Benjamin Netanyahu), amou Israel como nunca. Morreu aos 93 anos na sequência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) do qual foi vítima no passado dia 13.
Natural de Višneva, na então Bielorrússia e hoje Wiszniew da Polónia, Shimon Peres fugiu do Holocausto com a sua família para a Terra Santa na década de 1930 enquanto que os parentes que decidiram permanecer no país europeu foram exterminados.
Nobel da Paz, Shimon Peres defendeu o diálogo com os "palestinianos" como a única forma de ter paz, mas ainda assim foi graças a ele que Israel se tornou oficialmente na única potência nuclear do Médio Oriente. Para ele, os israelitas não podem deixar de ser democráticos, caso contrário deixam de ser judeus. Foi sem dúvida nenhuma uma pessoa cuja vida se confunde com a história do próprio moderno Estado de Israel.
עליו השלום (ah-lahv hashalom).

Negra que vota há 20 anos nos democratas vai agora votar no Trump

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Bebé nasce de um homem que já foi mulher e que ficou grávida de uma mulher que já foi um homem


Ai, estas modernices! Então não é que lá no Equador um casal composto por um homem que já foi uma mulher e uma mulher que já foi um homem teve um filho e entrou para a história como o primeiro casal transgénero a ter um filho na América do Sul?


O transgénero Fernando Machado deu à luz em Junho passado o pequeno Caraote. A sua "esposa", Diane Rodriguez, nunca pensou em vir a ser pai um dia...


Quando uma pessoa pensa que já viu tudo...

Ronaldo fez o filho de Aubameyang feliz


O avançado mulato franco-gabonês dos alemães do Borússia de Dortmund chamado Pierre-Emerick Emiliano François Aubameyang, natural de Laval (França) mas internacional pelo Gabão, agradeceu ao Cristiano Ronaldo por este ter oferecido a camisola dele ao seu filho após o jogo entre o Borússia de Dortmund e o Real Madrid que terminou com um empate a duas bolas.


"Cristiano, fizeste o meu filho feliz", escreveu assim Aubameyang em inglês nas redes sociais, acompanhando a fotografia em cima reproduzida.

Argentina acaba com o sonho luso no Mundial de futsal

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Falhámos a final do Mundial de futsal da Colômbia ao perdermos com a Argentina por 2-5. A selecção das pampas vai assim defrontar a Rússia na final e nós vamos medir forças com o surprendente Irão no encontro de atribuição dos 3.º e 4.º lugares.
Nada a dizer acerca da justiça do marcador, pois a Argentina foi mais forte que nós. Borruto adiantou a sua equipa no marcador logo aos 5', Ré empatou, mas breves momentos de desconcentração acabaram por ser fatais: Stazzone marcou aos 11', Vaporaki aos 12', Brandi aos 13' e, já com guarda-redes avançado, acabámos por sofrer o último golo argentino, marcado por Cuzzolino. Tiago Brito ainda reduziu, mas o sonho já tinha terminado...

Desconcentração fatal em Nápoles

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Sofremos uma pesada derrota em Nápoles por 2-4 mas mantemos a esperança no apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões até porque, felizmente para nós, o outro jogo do grupo B, entre o Beşiktaş e o Dínamo de Kiev, terminou empatado a uma bola.
Gonçalo Guedes e Salvio amenizaram o resultado quando já perdíamos por 0-4. A derrota, natural, deve-se aos erros que nós cometemos - o Rui Vitória fez algumas alterações na equipa - e também à conhecida eficácia italiana. "Vamos fazer pela vida nesta competição", garantiu Rui Vitória.
Nos outros jogos, o Arsenal recebeu e ganhou ao Basileia por 2-0, o Paris St-Germain foi ao terreno do Ludogorets vencer por 3-1 (Grupo A), o Barcelona venceu na Alemanha o Borússia de Mönchengladbach por 2-1, o Celtic e Manchester City empataram a três bolas (Grupo C), o Rostov e o PSV Eindhoven empataram a duas bolas e o Atlético de Madrid ganhou ao Bayern de Munique por 1-0 (Grupo D). 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Slimani continua a marcar ao fcp

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O avançado argelino Islam Slimani voltou a marcar ao fcp depois de ter saído do Sporting e rumado ao Leicester City, o campeão inglês. Foi ele o autor do único golo no King Power Stadion que bastou para que o Leicester amealhasse os três pontos no Grupo G e liderasse o grupo com seis pontos. Com esta derrota a equipa orientada por Nuno Espírito Santo já começou a ficar com a vida mais complicada na Champions, pois tem apenas um ponto fruto do empate com o Copenhaga (que esmagou por 4-0 o Club Brugge) em casa e está em terceiro. "Ficamos com margem reduzida", admitiu o próprio técnico azul-e-branco.
O feito do ex-lagarto hoje raposa foi enaltecido pelo "catedrático do futebol", Jorge Jesus, que viu a sua equipa derrotar o frágil Légia de Varsóvia por 2-0 em Alvalade e aproveitar-se do empate entre o Borússia de Dortmund e o Real Madrid  a duas bolas (bis de Ronaldo). "O Slimani tem queda para marcar ao FC Porto", disse, orgulhoso, o treinador mais bem pago de Portugal.
Nos outros jogos já realizados desta 2.ª jornada da Champions, o CSKA de Moscovo recebeu e perdeu por 0-1 com o Tottenham, o Mónaco e o Leverkusen empataram a uma bola (jogos do Grupo E), o Dínamo de Zagreb encaixou quatro golos sem resposta da Juventus em casa e o Sevilha venceu o Lyon por 1-0 (Grupo H).

Female Pleasure

O fotógrafo lituano Albert Pocej fez uma produção fotográfica com, garante ele, mulheres a atingirem o orgasmo e as fotos tornaram-se virais na Internet na última semana. 
"Esta produção para retratar o ápice do prazer sexual feminino é um desafio de muitos anos", disse o fotógrafo de 42 anos que garantiu também que "fotografava cada segundo para não perder o auge", embora não revelando como é que cada uma das fotografadas "resolveu da sua própria maneira"...
O projecto chama-se Female Preasure (Prazer Feminino). "Eu não queria que este projecto fosse um cliché, eu não queria actuação – apenas o sentimento real como ele é. Cada ser humano é diferente, e assim também funcionam os orgasmos. Eu queria fazer com que aqueles que olharem para estas imagens pensem. E os clichés não fazem as pessoas pensar".














Nasceu primeiro bebé com três pais

O bebé tem o ADN de três pessoas diferentes
O primeiro bebé com três pais dá pelo nome de Abrahim Hassan, é um menino, nasceu no México e já tem cinco meses. Esta é a primeira criança a ter um ADN com elementos de três pessoas distintas, algo só conseguido através de uma técnica inovadora. 
Esta técnica que foi aprovada no Reino Unido, mas é ilegal na maior parte dos países, permite criar bebés perfeitamente saudáveis, mesmo quando os pais têm mutações genéticas. 
A equipa que acompanhou os pais de pequeno Abrahim, que nasceu no dia 6 de Abril, é de Nova Iorque, mas todo o processo foi levado a cabo no México, onde a prática é legal. 
A mãe do bebé é portadora de genes de uma doença rara fatal, Síndrome de Leigh, que já lhe "roubou" dois filhos. Depois das duas perdas, Shaban e o marido, ambos jordanos, preferiram não arriscar mais e aceitar a ajuda de uma equipa de investigação nova-iorquina na concepção de um bebé perfeitamente saudável. 
Para realizar esta técnica a equipa de Zhang, usou o núcleo de um ovócito de Shaban e inseriram-no no óvulo de uma dadora ao qual tinham tirado o núcleo, sendo mais tarde o óvulo fertilizado com esperma do pai, tendo assim o embrião material genético de três pessoas. 
A revista New Scientist avança que foram criados cinco embriões, mas apenas um se desenvolveu ao ponto de poder ser implantado no útero da mulher, dando origem, nove meses depois a Abrahim. 
A equipa que realizou o procedimento vai apresentar o feito no Congresso da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva. 

Fonte: CM


PS. A continuação de eugenia no seu melhor, agora com novos contornos assustadores. O que a Natureza não dá, o homem inventa. E bem sabemos o que é que costuma acontecer quando o homem se arma em Deus...

1.º round: vitória para Trump


Ainda vai haver mais debates pela frente, é certo, mas pelo menos a primeira batalha parece já estar ganha. Donald Trump soube explorar muito bem a questão dos famosos e-mails da Hillary, como não podia deixar de ser. 
É mesmo assim, há que apertar com ela, pois ninguém minimamente decente quer que os EUA e o mundo tenham no poder uma detestável e perigosa esquerdista. Way to go, Donald Trump!

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Como nem todas as pessoas consomem as mesmas notícias, é normal e até mesmo natural haver quem ache que foi a Hillary Clinton que ganhou o primeiro debate, ainda por cima de goleada, isso se quisermos acreditar por exemplo na nada tendenciosa CNN. Seja como for, os debates valem o que valem. O que interessa é o que vai acontecer depois no dia 8 de Novembro.

Os 'brexiteers' são estúpidos e racistas, diz uma política esquerdista negra estúpida e racista

A política trabalhista britânica Diane Abbott, de 63 anos e filha de jamaicanos, disse que o Brexit foi provocado por racistas que não querem ver gente com aspecto de estrangeiro na rua. Para ela, os 17 milhões de pessoas que votaram no Brexit são estúpidos e racistas.
Como boa trabalhista que é, ou seja, socialista, Diane Abbott detesta a democracia enquanto se serve dela para o que convém.
Curiosamente, há uns anitos atrás, foi possível provar, como podemos ver no vídeo que se segue, que a mulher é que é uma verdadeira porca racista:

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